Dados Técnicos para EWAD-TZPS

EWAD190TZPS EWAD225TZPS EWAD250TZPS EWAD270TZPS EWAD295TZPS EWAD320TZPS EWAD345TZPS EWAD380TZPS EWAD415TZPS EWAD460TZPS EWAD505TZPS EWAD560TZPS EWAD600TZPS EWAD645TZPS
Capacidade de arrefecimento Nom. kW 185.3 221.1 247.1 271.2 293.8 316.1 338.6 369.1 417.8 452.5 494.8 554.1 598.4 639.2
Controlo da capacidade Desodorizante   Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável
  Capacidade mínima % 33.3 28.6 33.3 30.8 28.6 26.7 18.2 16.7 15.4 14.3 16.7 15.4 14.3 13.3
Potência nominal Arrefecimento Nom. kW 52.65 64.87 69.24 77.4 85.11 94.4 101.5 109.8 123.5 133.6 146.4 167.9 182.6 199.9
EER 3.519 3.409 3.569 3.504 3.452 3.348 3.336 3.362 3.384 3.388 3.38 3.301 3.277 3.197
ESEER 5.49 5.45 5.73 5.66 5.65 5.62 5.46 5.4 5.59 5.54 5.67 5.66 5.55 5.47
Dimensões Unidade Profundidade mm 3,218 3,218 4,117 4,117 4,117 4,117 4,117 5,015 5,015 5,917 5,917 5,917 6,817 6,817
    Altura mm 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222
    Largura mm 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258
Peso Peso em funcionamento kg 2,536 2,591 2,962 2,967 3,076 3,080 4,460 4,687 5,034 5,277 5,511 5,524 5,744 5,838
  Unidade kg 2,436 2,565 2,810 2,815 3,026 3,031 4,290 4,517 4,764 5,007 5,241 5,269 5,489 5,591
Permutador de calor da água Tipo   Permutador de placas Permutador de placas Permutador de placas Permutador de placas Permutador de placas Permutador de placas Armação e tubo Armação e tubo Armação e tubo Armação e tubo Armação e tubo Armação e tubo Armação e tubo Armação e tubo
  Volume de água l 23.5 26.1 38.8 38.8 49.5 49.5 170 170 270 270 270 255 255 255
Permutador de ar Tipo   Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo
Fan Caudal de ar Nom. l/s 20,172 19,284 26,896 26,896 25,712 25,712 25,712 33,621 32,140 40,345 38,568 38,568 47,069 44,996
  Velocidade rpm 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600 600
Compressor Quantidade_   1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2
  Compressor-=-Type   Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression
Nível de potência sonora Arrefecimento Nom. dBA 96.0 96.0 96.0 96.0 97.0 97.0 99.0 99.0 99.0 99.0 99.0 99.0 100.0 100.0
Nível de pressão sonora Arrefecimento Nom. dBA 77.0 77.0 76.0 76.0 77.0 77.0 79.0 79.0 79.0 79.0 78.0 79.0 79.0 79.0
Fluido frigorigéneo Tipo   R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a
  GWP   1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430
  Circuitos Quantidade   1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2
  Carga kg 32 38 42 46 50 54 58 63 71 77 84 94 102 109
Carga Por circuito TCO2Eq 45.8 54.3 60.1 65.8 71.5 77.2 41.5 45 50.8 55.1 60.1 67.2 72.9 77.9
Alimentação eléctrica Fase   3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~
  Frequência Hz 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50
  Tensão V 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400
Compressor Método de arranque_   Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter
Notas (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511
  (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent
  (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água
  (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%.
  (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera.
  (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores.
  (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores
  (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida.
  (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS).
  (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade.