Dados Técnicos para EWAD-TZXR

EWAD180TZXR EWAD220TZXR EWAD265TZXR EWAD290TZXR EWAD330TZXR EWAD360TZXR EWAD380TZXR EWAD410TZXR EWAD440TZXR EWAD490TZXR EWAD540TZXR EWAD580TZXR EWAD630TZXR EWAD690TZXR
Capacidade de arrefecimento Nom. kW 179.6 216.4 265.3 288.2 331.7 359.8 366.4 407 440.9 490.3 536.4 577.3 628.7 682.3
Controlo da capacidade Method   Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável Variável
  Capacidade mínima % 33.3 28.6 30.8 28.6 25 23.5 16.7 15.4 14.3 16.7 15.4 14.3 13.3 12.5
Potência nominal Arrefecimento Nom. kW 56.08 68.4 84.56 89.84 105.6 113 115.8 128.2 138 155.7 169.4 185 201.5 215.9
EER 3.203 3.163 3.137 3.207 3.14 3.183 3.164 3.175 3.173 3.15 3.166 3.12 3.121 3.16
ESEER 5.02 5.09 5.1 5.15 5.22 5.23 4.96 5.1 5.01 4.96 5.18 5.09 5.12 5.07
Dimensões Unidade Profundidade mm 4,361 5,261 5,261 3,218 4,117 4,117 4,117 4,117 5,015 5,015 5,015 5,917 5,917 6,817
    Altura mm 2,270 2,270 2,270 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222 2,222
    Largura mm 1,224 1,224 1,224 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258 2,258
Peso Peso em funcionamento kg 2,178 2,502 2,684 2,831 3,133 3,186 4,612 4,674 4,674 5,059 5,347 5,651 5,733 6,038
  Unidade kg 2,158 2,402 2,532 2,679 3,084 3,136 4,442 4,516 4,516 4,901 5,077 5,381 5,471 5,783
Permutador de calor da água Tipo   Permutador de placas Permutador de placas Permutador de placas Permutador de placas Permutador de placas Permutador de placas Armação e tubo Armação e tubo Armação e tubo Armação e tubo Armação e tubo Armação e tubo Armação e tubo Armação e tubo
  Volume de água l 20.3 23.5 38.8 38.8 49.5 49.5 170 158 158 158 270 270 262 255
Permutador de ar Tipo   Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo Alheta de elevada eficiência e tipo de tubo
Ventilador Caudal de ar Nom. l/s 16,015 20,665 20,019 24,023 33,064 32,030 33,064 32,030 41,330 41,330 40,038 49,597 48,046 56,053
  Velocidade rpm 700 700 700 700 700 700 700 700 700 700 700 700 700 700
Compressor Quantidade_   1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2
  Compressor-=-Type   Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression Driven vapour compression
Nível de potência sonora Arrefecimento Nom. dBA 89.0 89.0 89.0 89.0 91.0 92.0 92.0 92.0 92.0 92.0 92.0 92.0 93.0 94.0
Nível de pressão sonora Arrefecimento Nom. dBA 69.0 70.0 69.0 70.0 71.0 72.0 72.0 72.0 72.0 72.0 72.0 72.0 72.0 73.0
Fluido frigorigéneo Type   R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a R-134a
  GWP   1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430 1,430
  Circuitos Quantidade   1 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2
  Carga kg 31 37 45 49 57 61 62 69 75 84 91 98 107 116
Carga Por circuito TCO2Eq 44.3 52.9 64.4 70.1 81.5 87.2 44.3 49.3 53.6 60.1 65.1 70.1 76.5 82.9
Alimentação eléctrica Fase   3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~ 3~
  Frequência Hz 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50
  Tensão V 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400
Compressor Método de arranque_   Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter Inverter
Notas (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511 (1) - Cálculos de desempenho de acordo com EN 14511
  (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent (2) - O nível de potência sonora (a condições padrão) é medido de acordo com a ISO9614, Eurovent 8/1, para unidades com certificação Eurovent
  (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água (3) - Fluido: Água
  (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%. (4) - Tolerância de tensão permitida ± 10%. O desequilíbrio da tensão entre fases tem de ser ± 3%.
  (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera. (5) - Corrente máxima de arranque: a unidade é controlada por inverter. Sem entrada de corrente no arranque. O valor declarado refere-se à corrente em espera.
  (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores. (6) - Corrente nominal no modo de arrefecimento: temp. da água de entrada do evaporador 12°C; temp. da água de saída do evaporador 7°C; temp. do ar ambiente 35°C. Compressor + corrente dos ventiladores.
  (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores (7) - A corrente de funcionamento máxima baseia-se na corrente máxima absorvida do compressor no seu invólucro e na corrente máxima absorvida dos ventiladores
  (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida. (8) - A corrente máxima da unidade para medição dos fios baseia-se na tensão mínima permitida.
  (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS). (9) - Para mais informações sobre os limites de funcionamento, consulte o Software de seleção do chiller (CSS).
  (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade. (10) - O equipamento contém gases fluorados que provocam efeito de estufa. A carga real de fluido frigorigéneo depende da construção da unidade final, podem ser encontradas informações nas etiquetas da unidade.